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quarta-feira, 5 de novembro de 2008


Bloco (BE) Pontes e Obras de Arte - 25 de Abril
Emissão: 16-10-2008

Bloco (BE) Pontes e Obras de Arte - Arrábida


Bloco (BE) Pontes e Obras de Arte - Arrábida
Emissão: 16-10-2008

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Bloco (BE) - A Epopeia do Azeite



A Epopeia do Azeite - 07.10.2008
Dados Técnicos / Données Techniques / Technical Data

Emissão/ émission/ issue :
2008/ 10/ 07

Bloco/ bloc/ souvenir sheet:
Com um selo/ avec 1 timbre/ with 1 stamp
€1,85 – 70 000

Design: José Brandão
Fotos / photos:
Papel/ papier/ paper:102g/m2
Formato/ format/ size: 40 x 30,6 mm
Picotagem/ dentelure/ perforation:
11 ¾ x “Cruz de Cristo”/” Croix du Christ “ / “Cross of Christ”
Impressão/ impression/ printing : offset
Impressor/ imprimeur/ printer : INCM



A EPOPEIA DO AZEITE
Através da presente emissão de selos, os CTT propõem uma viagem ilustrada pela história do azeite desde o plantio da oliveira e colheita da azeitona até à produção e armazenamento do produto final, num confronto entre clássicas e novas tecnologias. Importa, antes de mais, sublinhar as suas múltiplas finalidades: a ligação ancestral do azeite à gastronomia, mas também a sua utilização noutros domínios como a farmácia, a cosmética, o desporto, a liturgia religiosa ou ainda enquanto combustível essencial, único mesmo, em certas épocas, para a iluminação, quer particular quer dos espaços públicos.
Mas há outros aspectos na “epopeia do azeite” que vale a pena salientar. O legado cultural e material deixado indicia que foram os romanos os grandes agentes da introdução da oliveira no território que viria a ser Portugal. Os seus métodos de produção de azeite foram posteriormente assimilados e valorizados por outros povos, designadamente suevos, visigodos e muçulmanos (não será por acaso que as palavras azeitona e azeite radicam no árabe az-zaitouna e al-zait, respectivamente).
E se é verdade que a Expansão portuguesa da época dos Descobrimentos propiciou o escoamento do produto para outros mercados nos quais a oliveira não frutificava, como a Índia e o Brasil, o facto é que já no século XIV a produção do azeite deixou de se confinar ao espaço interno, tendo-se registado a sua presença inclusivamente no Norte da Europa, em países de climas frios, bem diversos dos do Mediterrâneo onde a oliveira tem condições privilegiadas de desenvolvimento.
Portugal não deixou por mãos alheias a tradição de país produtor de azeite. E se a iluminação já não é uma das suas principais utilizações, devido ao aparecimento de outras fontes de energia, bem mais cómodas, a nossa dieta tem valorizado o uso deste tempero, enriquecendo a gastronomia nacional e contribuindo para uma alimentação mais saudável.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Bloco (BE) Cerâmica Farmacêutica



Cerâmica Famacêutica - 26 Set.

Bloco/ bloc/ souvenir sheet:
Com um selo/ avec 1 timbre/ with 1 stamp
€2,48 – 70 000


Os recipientes para medicamentos são tão antigos como os próprios medicamentos. Na Mesopotâmia, foram descobertos potes de cerâmica com cerca de cinco mil anos que poderão ter servido para armazenar substâncias terapêuticas.
Também do Egipto, da Grécia e de Roma se conhecem exemplares de vasos de alabastro, de terracota e de vidro para guardar unguentos, bálsamos e cosméticos.
Mas a técnica da faiança floresceu na Pérsia, no século VIII, difundindo-se, a partir do século XIII, pelo Norte de África até Espanha, e daí para o resto da Europa.
Nos séculos XII e XIII desenvolveram-se processos inovadores no Sul da Península Ibérica muçulmana, sendo muito conhecida a cerâmica de barro esmaltada hispano-mourisca que aí se produzia, nomeadamente para utilização farmacêutica, exportada através da rota comercial que passava pela ilha de Maiorca (donde a designação de majólica). Em Itália, a chegada dessa cerâmica suscitou o aparecimento de muitas oficinas, sendo de destacar as que se instalaram em Faenza – origem do termo “faiança”. Esta indústria espalhou-se por França, Holanda, Inglaterra, Alemanha e Escandinávia. E de tal modo que entre os séculos XVI e XVIII contam-se pelo menos 70 locais de manufactura de cerâmica farmacêutica situados por toda a Europa, desde Marieberg, na Suécia, até Caltagirone, na Sicília, e de Varsóvia a Lisboa.
Em Portugal, o desenvolvimento da cerâmica vidrada remonta apenas ao final do século XVI, sendo visível a inspiração oriental, que os Descobrimentos vieram trazer, na produção cerâmica em geral e designadamente nos motivos ornamentais dos vasos de farmácia, nos quais se espelhava toda a sedução e fascínio que o Oriente exerceu nos artistas portugueses. É bem conhecida e muito presente em museus e noutras colecções, por exemplo, a faiança directamente inspirada na decoração da porcelana chinesa, em especial a do período Wanli (1573-1619) da dinastia Ming.
No século XVII, a maioria da produção tem origem nas diversas oficinas de Lisboa e Coimbra, havendo também referências a fábricas em Darque (Viana do Castelo)
Dos centros de fabrico cerâmicos do século XVIII e XIX destacam-se a Real Fábrica de Louça, ao Rato, em Lisboa, e ainda as fábricas da Rua da Esperança e da Fontinha, no Porto, do Cavaquinho e da Fervença, em Gaia, de Miragaia e de Estremoz.
Com decoração, técnicas de vidrado, formatos e cores diferentes (consoante as épocas, os locais de fabrico e de destino, a função e o conteúdo a que se destinavam), os vasos e potes de botica passaram, desde muito cedo, a ter uma importante função decorativa a par da sua óbvia utilidade prática, tornando-se também objectos de grande atracção para farmacêuticos e coleccionadores em geral. in www2.ctt.pt

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Bloco (BE) 100 Anos da CUF Barreiro



Bloco (BE) 100 Anos da CUF Barreiro
19-Set-2008

Bloco (BE) Novas Tecnoclogias de Informação



Bloco (BE) Novas Tecnoclogias de Informação
15-Set-2008
O Programa escola, lançado pelo Governo em Junho de 2007, tem como objectivo o financiamento de acções que facilitem o acesso à sociedade de informação, de modo a promover a info-inclusão.
Ao abrigo das contrapartidas das operadoras móveis com o Estado, a Optimus, a Vodafone e a TMN assinaram com o Governo um protocolo que cria condições para que, de forma faseada, se massifique o acesso a um computador portátil com ligação Banda Larga Móvel.
Simultaneamente o Estado desenvolveu com o mercado, construtores de software e hardware, várias parcerias que permitem que os utilizadores desfrutem da mais recente tecnologia mundial incluída em equipamentos de elevada capacidade.
Em Novembro de 2007, o Programa escola recebeu de uma marca tecnológica internacional, o Best European Project Award, por ter sido reconhecido como «um projecto inovador que contribuiu decisivamente para o desenvolvimento da sociedade de informação».
O Programa é, na sua presente fase, constituído por três Iniciativas:
a) oportunidades;
b) escola;
c) professor.

A Iniciativa oportunidades destina-se aos cidadãos adultos, participantes na Iniciativa Novas Oportunidades, e visa aumentar as qualificações no domínio das tecnologias da informação e comunicação.
A Iniciativa escola destina-se aos alunos do ensino básico (7º, 8º e 9º anos) e secundário (10º,11º e 12º anos) e tem como finalidade potenciar o acesso ao conhecimento, tornando o computador num material didáctico de uso generalizado.
A Iniciativa professor destina-se aos docentes do ensino pré-escolar e do ensino básico e secundário e tem como finalidade potenciar um acesso integrado às tecnologias de informação e comunicação por parte de professores e alunos, promovendo o seu uso dentro e fora da sala de aula.
Alunos, professores e adultos em formação, podem, comobeneficiáriosdo escola, escolher entre vários computadores pessoais e o operador que quiserem para a ligação Banda Larga.
Até ao momento, já aderiram ao escola cerca de 300 mil beneficiários, tendo sido entregues mais de 200 mil computadores e respectiva ligação à Banda Larga. in www2.ctt.pt
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